São Paulo, ativa desde 2025, fica em Barueri, o subúrbio com a concentração mais densa de datacenters do hemisfério sul — o equivalente em fibra de uma cidade construída em torno de uma ferrovia, só que a ferrovia é o IX.br, o maior exchange do mundo em volume de tráfego, e a carga são pacotes.
O local opera 0.36 Tbit/s de capacidade de borda com Arelion e Cogent, com 29 ms até Santiago e 52 até Miami. O argumento é simples: usuários da América Latina não deveriam precisar cruzar um oceano para chegar a um servidor que finge estar perto deles. Se os seus usuários estão no Brasil, este rack é a diferença entre 5 ms e 130 ms — e o preço é o mesmo de Frankfurt.